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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Trinta presos da Paraíba não voltam à cadeia e Seap realiza operação de recaptura

Os detentos do regime semiaberto que não se apresentaram no dia 2 de janeiro são considerados foragidos e serão punidos com regressão para o regime fechado
Por Hyldo Pereira 

Reprodução/ArquivoPresídio do Róger
Presídio do Róger
Trinta dos 1.700 presos que foram liberados para passar as festas de fim de ano com a família, ainda não voltaram para os presídios paraibanos, segundo levantamento da Secretaria da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap), divulgado nesta sexta-feira (3). Os detentos do regime semiaberto que não se apresentaram no dia 2 de janeiro são considerados foragidos e serão punidos com regressão para o regime fechado, conforme adiantou o coronel Arnaldo Sobrinho, gerente executivo do sistema penitenciário do Estado. Em 2013, 13 não retornaram para os presídios após o fim do prazo do benefício concedido pela Justiça.
O coronel adiantou que o secretário Walber Virgolino determinou uma operação de resgate para recapturar os presos. Arnaldo Sobrinho revelou que dos 31 detentos considerados foragidos, um deles, morreu durante um acidente de moto na Capital.
- Vamos realizar uma operação o mais rápido possível para recapturar esses detentos, que infringiram à lei. Eles perderão automaticamente o benefício do semiaberto e vão cumprir o resto da pena em regime fechado. A operação vai ser conjunto com a Geplasi, Gesipe e Polícia Militar – disse o coronel.
Os reeducandos que conseguiram o benefício e não retornaram para as unidades prisionais são de João Pessoa (19), Bayeux (4 – sendo que um morreu no acidente), Sapé ( 2), Guarabira (1), Alhandra (2), Santa Rita (1), Cajazeiras (1) e Sousa (1). Em Campina Grande, segundo a Seap, todos os presidiários beneficiados retornaram para as unidades de origem.
O coronel Arnaldo Sobrinho comentou que a saída temporária é concedida aos presos que tiveram bom comportamento e obedeceram as regras durante o ano. “Os foragidos cumprem pena por assalto, estupro, homicídio, latrocínio e tráfico, mas ao longo de 2013 tiveram bom comportamento”.

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