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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Anastácio diz que Charliton começou mal ao apoiar Nadja; Fulgêncio minimiza: ‘ela é candidata do grupo’

Deputado Frei Anastácio 
Deputado Frei Anastácio
 
O deputado estadual Frei Anastácio (PT) reclamou nesta quarta-feira (11) da indicação do nome de Nadja Palitot como nome do partido para concorrer as eleições de 2014. Para o deputado, o presidente da Executiva Estadual, Charliton Machado, começou mal ao apoiar a indicação sem passar o nome pelas instâncias partidárias.

“Não tenho nada contra nomes, mas pela forma. Não foi discutido nas instâncias. Estou exigindo que o diretório estadual reveja a situação. Em toda a história da Paraíba nunca se presenciou esse ato. No PT as coisas são feitas com democracia”, apontou. “Charliton começou muito mal. Lançar uma candidatura sem consulta as bases, a diretivas, não condiz com o que os filiados esperam. É uma ação que não se iguala com as práticas do partido”.

Segundo Anastácio, um dos líderes do grupo que ficou em segundo lugar na disputa pela direção do partido, a decisão de apontar Nadja foi tomada na calada da noite. “Nadja é nome, mas tem que passar pela instâncias, não fazer como fizeram na calada da noite”, bate.

Na defesa - Em defesa da indicação feita pelo grupo do prefeito Luciano Cartaxo, o secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, tentou esfriar o debate. “O que aconteceu ontem em relação a Nadja, foi muito simples. Ninguém está falando que é uma imposição ao partido. O nome está sendo colocado a disposição. O nome é um nome apresentado por um grupo partidário que nas eleições de 2012 teve uma tese vitoriosa, grupo inclusive que Anastácio faz parte”, frisou.
Secretário Adalberto Fulgêncio 
Secretário Adalberto Fulgêncio
 
Segundo Fulgêncio, vai haver diálogo. “Não está havendo atropelamento das instâncias partidárias. Isso é uma falsa polêmica e não conseguimos assim construir a fortaleza do partido. Um grupo político colocou o nome de Nadja à disposição do partido e de outros partidos do bloco. O fundamental é termos uma candidatura que dialogue com o administração de Cartaxo e as políticas dos últimos anos do PT. Vamos fazer esse debate e o partido vai tomar a decisão”, garante.

Para o secretário, o debate que deve ser feito é o de quem melhor pode representar o partido e o seu legado neste momento. “Pode, inclusive não ser Nadja. Hoje o partido tem um nome, a Imprensa cobrava isso, os filiados cobravam isso. Não tenho dúvida que a candidata Nadja vai ganhar as pessoas e os filiados. Feitosa nós não somos adversários, temos adversários grandes que são Eduardo Campos (PSB) e o governador Ricardo Coutinho (PSB). O que está em debate hoje no país é simplesmente aqueles que querem um país para 40 milhões de pessoas, as pessoas que têm uma renda bem acima do da população, ou um governo que quer um país para 200 milhões de pessoas. Vamos colocar na lata de lixo tudo que construímos nesses últimos 10 anos? Não tenho dúvida que ao longo do debate interno nós convenceremos a companheira Giucélia, Anastácio, Feitosa. Se não for, que coloquem outros nomes. O nome de Nadja é para provocar esse debate nas instâncias partidárias sem falsas polêmicas”, finalizou.

Paulo Dantas

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