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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Relatos de arrastões compartilhados na web levam polícia às ruas na PB

Relatos de arrastões e assaltos foram divulgados em redes sociais. Inquérito para investigar informações será aberto, disse secretário.

Do G1 PB

Secretário de Segurança Pública do Estado esteve nas ruas de João Pessoa acompanhando o trabalho da polícia (Foto: Walter Paparazzo/G1)Secretário de Segurança Pública do Estado esteve nas ruas de João Pessoa acompanhando o trabalho da polícia após relatos de crimes em redes sociais (Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
O relato feito em redes sociais a respeito de de ameaças de arrastão e de toque de recolher nos bairros de João Pessoa levou o secretário de Segurança do estado, Cláudio Lima, e a Polícia Militar às ruas de João Pessoa na noite dessa quinta-feira (21). As informações de que um grupo criminoso estaria promovendo arrastões pela cidade se espalhou entre a população e fez, inclusive, alguns estabelecimentos, como uma faculdade, fecharem mais cedo.
Boato sobre arrastão e toque de recolher foi espalhado por mídias sociais (Foto: Reprodução/whatsapp)Boato sobre toque de recolher foi espalhado através
de mídias sociais (Foto: Reprodução/whatsapp)
O secretário de segurança informou que um inquérito policial será aberto para investigar de onde partiram as informações e indiciar possíveis responsáveis. Cláudio Lima classificou o ocorrido como uma tentativa de criar o terror e causar pânico na população.
Desde o final da tarde desta quinta, usuários das redes sociais compartilhavam a informação de que um 'toque de recolher' começaria às 21h no bairro São José devido a morte de um traficante, que até a publicação desta notícia, às 0h25, não havia sido confirmada pela polícia. Além disso, relatos sobre uma onda de assaltos e arrastões que estariam acontecendo por restaurantes e bares da cidade eram compartilhados. Uma faculdade particular que funciona em um shopping no bairro de Manaíra chegou a dispensar os alunos da aula por causa das informações divulgadas e algumas igrejas deixaram de fazer seus cultos.
Porém, o G1 ligou para os dos estabelecimentos citados nos relatos e todos eles negaram que estivesse acontecendo algum qualquer tipo de problema. A polícia militar também disse não ter recebido nenhum chamado ou queixa.
Segundo Cláudio Lima, um caso semelhante de pânico gerado por informações falsas divulgadas nas redes sociais aconteceu nas escolas públicas da capital no ano passado. Outro episódio lembrado por ele foi o do Bolsa Família, que levou milhares de beneficiários do programa a lotarem agências da Caixa Econômica em maio, após a divulgação falsa sobre o fim do benefício.
“A partir de amanhã nós determinaremos uma investigação, a instauração de inquérito e quem for identificado, sem dúvida será indiciado. A população não pode ser vítima de um pânico causado por pessoas sem o mínimo de escrúpulos e responsabilidade, com o instrumento que têm na mão que é o poder da comunicação”, disse o secretário.
Diversas equipes da Polícia Militar foram deslocadas para as ruas onde realizaram rondas e abordagens por ruas dos bairros São José, Manaíra, Tambáu, Centro e pela orla de João Pessoa, onde tentaram confirmar algumas das denúncias feitas. Além do secretário de segurança, acompanharam as rondas policiais o delegado geral de João Pessoa e o subcomandante da Região Metropolitana de João Pessoa.
Até o fechamento dessa matéria os policiais continuavam realizando o que a polícia chamou de trabalho preventivo nas ruas da cidade, mas nenhuma  informação sobre assaltos, arrastões e outros crimes que estavam sendo divulgados foram confirmados pela Polícia Militar.
Diversas equipes de policiais foram deslocadas para as ruas da capital e realizaram abordagens e trabalho preventivo (Foto: Walter Paparazzo/G1)Diversas equipes da Polícia MIlitar foram deslocadas para as ruas da capital e realizaram abordagens e trabalho preventivo (Foto: Walter Paparazzo/G1)

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