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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Couto diz que conflito no Centro Administrativo teria sido pior se não fosse Frei Anastácio e sgto Pereira

O deputado Luiz Couto (PT) ocupou a tribuna da Câmara Federal, nessa segunda-feira (4), para destacar o desempenho do sargento da Policia Militar, Astronadc Pereira de Moraes, conhecido como sargento Pereira; do secretário da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Coelho Lima, e do deputado estadual Frei Anastácio, do seu partido, no conflito ocasionado pela ocupação do Centro Administrativo da Paraíba - pelos trabalhadores sem terra, fato ocorrido no dia 21 de outubro deste ano.

"Registro, ainda, que foi importante a presença do Conselho Estadual de Direitos Humanos (CEDH/PB) no local, durante as negociações, ajudando a viabilizar um acordo", acrescentou, afirmando em seguida que o confronto entre trabalhadores e policiais militares deixou feridos, mas poderia ter sido pior se não fosse a atuação "dessas personalidades que trabalharam para apaziguar a situação, pregando o diálogo entre as partes".

Couto esclareceu que o sargento Pereira estava no evento em missão oficial. "O secretário Cláudio Lima foi quem determinou que, no momento da crise, ele fosse ao Centro Administrativo e identificasse as lideranças e pessoas com capacidade de diálogo com as autoridades, visando criar condições para uma negociação, já que os sem terra só queriam acordo com a pessoa do governador Ricardo Coutinho".

O parlamentar negou que Astronadc seja seu assessor e que o tenha indicado para ser auxiliar de Cláudio Lima. "O fato é que o sargento é um cidadão digno, corajoso, honesto e respeitado nos movimentos sociais. É psicólogo. Um profissional qualificado como negociador e instrutor de polícia, que durante 15 anos atuou no Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE/PB). Atualmente integra o CEDH e é assessor de ações estratégicas da Secretaria de Segurança e da Defesa Social", ressaltou.

Luiz Couto também defendeu a participação do deputado petista no movimento. Lamentou a tentativa de alguns de querer desqualificá-lo, e disse que mesmo sofrendo incompreensões Frei Anastácio estava lá — firme e forte — defendendo o diálogo e o direito que os trabalhadores têm de apresentar suas reivindicações, "pois não abre mão de apoiar as causas populares, os que lutam pela terra e pelas condições de nela viver".
Assessoria

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