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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Dez ex-prefeitos da PB são alvo de inquéritos; ex-prefeita de Piancó será investigada. Confira!

Na primeira quinzena de outubro, o Ministério Público Federal (MPF) abriu inquéritos para apurar denúncias de desvios de verbas praticadas por dez ex-prefeitos da Paraíba.

No Sertão, o procurador da República João Rafael Lima instaurou procedimento para investigar “a existência de uma série de pendências/irregularidades em programas federais geridos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), na administração do ex-gestor de Santana dos Garrotes José Alencar Lima.

Já a ex-prefeita de Damião, no Curimataú, Maria Eleonora é alvo de um inquérito “que tem por escopo apurar supostas irregularidades na prestação de contas do convênio nº 00436/2009 (Siafi 703661), celebrado entre o Ministério do Turismo e a prefeitura”, cujo objeto é a Festa de São João.

Por sua vez, a procuradora da República Acácia Soares Suassuna baixou portaria instaurando inquérito civil, a partir de um ofício, “oriundo do Ministério do Turismo, noticiando o suposto desvio dos recursos por este repassado ao município de Matinhas, através do convênio nº 700767/2008, para realização do evento denominado "Uma Noite de Natal", recebendo, para tanto, dos cofres federais a monta de R$ 100.000,00”. O fato ocorreu na gestão do ex-prefeito Aragão Júnior.

Outro inquérito do MPF investigará irregularidades na locação de um aparelho de mamografia por parte do município de Piancó, na gestão da ex-prefeita Flávia Galdino. O inquérito foi aberto pelo procurador da República João Raphael Lima. 

No município de Riacho de Santo Antônio, no Cariri, o MPF abriu inquérito “no intuito de apurar supostas irregularidades detectadas no Processo de Tomada de Contas Anual da Prefeitura Municipal, exercício 2007, na gestão de José Roberto de Lima (2005-2012) referentes à diferença a menor na movimentação financeira dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e despesas não comprovadas com obrigações previdenciárias”.

Fonte: Jususmar Barbosa

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