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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Cássio critica leilão de Libra e avalia que gestão do PT foi ‘irresponsável’

De acordo com senador, bilhões arrecadados servirão para falsear o superávit primário


Boa parte da sessão plenária desta terça-feira (22) no Senado Federal serviu de palco para críticas ferozes da oposição às condições do Leilão do Campo de Libra. Os ataques vieram principalmente dos senadores Cássio Cunha Lima e Aécio Neves, ambos do PSDB. A expectativa oficial era que o campo fosse disputado por 40 empresas ma, no final, apenas um consórcio apresentou proposta, arrematando a área de pré-sal pelo lance mínimo.

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o dinheiro arrecadado irá todo para engordar o caixa do governo e produzir um superávit fiscal menos feio do que se temia, em função dos desequilíbrios em série que a gestão Dilma tem produzido nas contas públicas.

“A contabilidade criativa do Governo Federal, já no ano anterior, não conseguiu fazer aquilo que é basilar numa gestão fiscal minimamente responsável, que é o superávit primário. Fizeram uma química contábil para cobrir o déficit primário de R$20 bilhões no exercício findo. Agora, com a realização do leilão, um leilão monocrático onde não houve disputa, os R$15 bilhões arrecadados servirão para, mais uma vez, falsear o superávit primário de um País que caminha para uma situação de extrema gravidade fiscal pela irresponsabilidade da gestão que ora o Brasil possui nessa área”, disparou Cunha Lima.

O senador paraibano afirmou, em alto e bom som, que ninguém sabe como o Brasil poderá sobreviver por muito mais tempo com uma gestão tão desastrada e temerosa como a que temos na atualidade. Ele disse não ter dúvidas de que “o preço a ser pago no futuro será extremamente alto”.

Cássio chamou atenção, ainda, para a situação dos pequenos investidores brasileiros, que foram estimulados, no passado, a adquirir ações da Petrobras e hoje assistem ao despencar constante das ações da empresa na Bolsa de Valores.

O mineiro, Aécio Neves (PSDB-MG), afirmou que, para ele, teriam reduzido o interesse dos investidores pelo negócio; e classificou como "extremo ufanismo" a atitude da presidente Dilma Rousseff de comemorar em cadeia nacional o resultado de um leilão que teve um único participante.

Aécio fez uma avaliação negativa do modelo de partilha, sublinhando que o Campo de Libra teria sido disputado em um "leilão de verdade" se continuasse em vigor o modelo de concessões. O senador declarou esperar que a Petrobras se afaste da disputa ideológica e volte a servir aos interesses do povo. Outros senadores se somaram às manifestações.


MaisPB

com asssessoria de Cássio

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