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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Deputado preside subcomissão criada na Câmara para acompanhar aplicação de recursos para seca


A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara Federal instalou ontem uma subcomissão especial que vai fiscalizar os recursos federais aplicados no combate aos efeitos da seca no Nordeste. O requerimento para criar a subcomissão foi de autoria do deputado Hugo Motta (PMDB), que foi escolhido presidente.

O parlamentar disse que a subcomissão fará um levantamento dos recursos que estão sendo encaminhados para cada Estado para minimizar os efeitos da estiagem. “Vamos acompanhar de perto a aplicação dos recursos liberados pelo Governo Federal, para garantir que eles cheguem à ponta, que é o pequeno agricultor. A população vê o anúncio dos programas federais, mas não vê os recursos se transformarem em melhorias para o Estado”, disse.

Segundo Hugo Motta, a subcomissão visitará obras, requisitará balancetes e licitações, e cobrará explicações sobre o atraso na execução das ações. “Vamos cobrar o relatório da transposição do rio São Francisco, que é a maior obra de garantia hídrica do País. Elencaremos quais ações estão sendo executadas e quais, das anunciadas, não estão sendo colocadas em prática”.

Hugo disse que a população precisa saber as razões dos atrasos das obras. “Sabemos que algumas ações anunciadas estão atrasadas, mas não sabemos as razões”, afirmou.

Audiência

O deputado garantiu que a primeira medida à frente da Comissão será pedir uma audiência com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. “Esse ministério é o principal no aporte de recursos para o combate à seca. Fernando Bezerra é o chefe do conselho gestor de todas as medidas tomadas pelo Governo nesse combate”, explicou.

De acordo com o parlamentar, a subcomissão atuará com uma metodologia rápida. “A população quer respostas rápidas. Existem muitas famílias sofrendo. A presidente Dilma Rousseff demonstrou estar preocupada com a seca, mas o Governo Federal quer tornar concretas as ações do Governo. A seca ultrapassa a questão política. O Legislativo tem que usar o seu poder para fiscalizar e auxiliar na celeridade das obras”.


Fonte: Jornal Correio

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