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quarta-feira, 20 de março de 2013

Ações preventivas: Seap inicia Curso de Inteligência Penitenciária para Servidores

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), está realizando o “Curso de Introdução a Atividade de Inteligência Penitenciaria – (CIAINP)”, com o objetivo de capacitar os agentes penitenciários paraibanos para atuar na produção e proteção do conhecimento, de forma a subsidiar ações preventivas no sistema prisional. A aula inaugural foi ministrada na manhã desta segunda-feira (18) pelo superintendente da Agência Brasileira de Inteligência na Paraíba (ABIN), Sílvio Pires da Silva, que ressaltou a importância das ações de inteligência, produção de conhecimento e sua proteção.
 Sob a coordenação da Gerência Executiva de Planejamento, Segurança e Informação (Geplasi), e execução da Escola de Gestão Penitenciária da Paraíba (Egepen-PB), o curso será ministrado no período de 30/03/2 a 30/04/2013, para duas turmas de 18 agentes penitenciários lotados nas principais unidades prisionais das regiões geoadministrativas do Estado. As aulas serão ministradas por instrutores profissionais da ABIN e oficiais das polícias Civil e Militar, entre os quais o capitão Francisco de Assis e Rômulo Claudino, experientes profissionais que já integraram o quadro da inteligência dos jogos pan-americano.
 Na abertura do evento, o Secretário da Administração Penitenciária Wallber Virgolino, ressaltando a importância do curso e a satisfação em poder contar com a experiência desses profissionais na capacitação dos agentes, acrescentou que os alunos que se destacarem, com a realização de outros cursos  fora do Estado, serão encaminhados pela Secretaria para que deles participem.
De acordo com o secretário, a inteligência e a capacitação compõem um dos principais eixos da atual administração estadual na área de segurança penitenciária. O objetivo central, segundo ele, é garantir maior agilidade e segurança no tratamento de informações que transitam no sistema, dentro e fora dos estabelecimentos prisionais.
Para Wallber, a capacitação dos agentes penitenciários, na modalidade de Inteligência, auxiliará tanto em investigações criminais como em questões maiores do sistema prisional. “Desenvolveremos não somente levantamento de dados e de investigações criminais com o objetivo de buscar evidências para resolução de um fato delituoso, mas também para solucionar questões maiores do nosso sistema prisional”, enfatizou.

Assessoria

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