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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Wilson Santiago diz que não quer imposição de nomes para 2014 e defende diálogo com a base

Santiago disse que não pretende deixar o PMDB mas, sem citar nomes, disse que tem notado que existe gente dentro do partido que quer que isso aconteça

Por Luciana Rodrigues
Sefot / Câmara
Wilson Santiago
Wilson Santiago
O ex-senador Wilson Santiago (PMDB) disse na manhã desta segunda-feira (21) que defende o diálogo com os partidos da base de oposição e que não aceita imposição do nome do ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, como candidato ao governo em 2014.

De acordo com Santiago, ele não pretende deixar o PMDB mas, sem citar nomes, disse que tem notado que existe gente dentro do partido que quer que isso aconteça. Na opinião do ex-senador, a falta de diálogo tem denotado imposições que são prejudiciais ao partido.

"O PMDB precisa levar em consideração os partidos que formaram aliança para 2010 e que sua maioria continua na oposição e tem suas posições. Eles precisam ser ouvidos na formação da chapa para 2012".

Santiago, disse, ainda, que respeita a pretensão do nome de Veneziano, mas acredita que partidos como o PT, do prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo, e o PP, do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, também têm as suas pretensões e precisam ser levados em conta.

O ex-senador acredita que seu nome estaja sendo excluído do processo de escolha dos nomes para 2014. "Não é que eu queira ser candidato de todo jeito. Eu quero ter o direito de ser ouvido", ressaltou.

O peemedebista defende um projeto construído em conjunto com outros partidos e citou as últimas campanhas derrotadas do PMDB para as prefeituras de João Pessoa e Campina Grande e para o governo do Estado, e acredita que faltou diálogo com as bases partidárias.

Para ele, é importante ouvir a todos porque quando se erra, as responsabilidades são divididas por todos. Na opinião de Santiago, isso faz com que as alianças se fortaleçam.

Santiago diz que sua posição, no entanto, não deixa de defender a candidatura própria do PMDB, mas que é preciso deixar delegado aos outros partidos o direito de defender suas pretensões porque isso faz com que a aliança saia dos processos fortalecida e com unidade.

"Ninguém ganha eleição para governador ou senador sem o apoio da base partidária", finalizou. 

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