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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Após tapete vermelho em XIV Marcha, prefeitos são barrados na galeria da Câmara


Ag. LAR/CNMAg. LAR/CNMA intenção dos gestores municipais – mobilizados em Brasília – era acompanhar a sessão Plenária da Câmara dos Deputados. Para isso, eles se deslocaram para o Congresso Nacional na tarde desta quarta-feira, 16 de maio. Durante a Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios de 2011, o presidente da Casa, Marco Maia, recebeu os prefeitos brasileiros com tapete vermelho, e agora eles foram impedidos de ingressar na galeria Plenário.
“Nós iriamos para as galerias, mas nos fecharam as portas”, lamentou o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. Decepcionados, os gestores de reuniram no Salão Verde para ouvir o líder. “Isso demostra o tratamento que a Câmara está nos dando. Mas vamos ficar por aqui porque essa é a nossa mobilização”, disse o presidente da CNM.
Ziulkoski destacou que os prefeitos devem procurar os deputados e pressioná-los para que coloquem o projeto dos royalties em votação imediatamente. Ele se refere ao Projeto de Lei 2.565/2011 que já deveria ter sido votado. O compromisso que o presidente da Casa assumiu com os prefeitos foi o de colocar a matéria em votação ainda neste primeiro semestre. Como não ocorreu, os prefeitos querem que a mesa e os líderes partidários coloquem o projeto na pauta.
Ag. LAR/CNMAg. LAR/CNMBancadas 
Após o pronunciamento, a multidão de prefeitos se dividiu em encontros com os deputados das bancadas estaduais. O presidente esteve em algumas delas, e começou pela do Rio Grande do Sul e pela de Minas Gerais.
No encontro com os gaúchos, Ziulkoski falou da importância da mobilização e do debate com os parlamentares. Ele também mencionou a boa colocação dos Municípios do Estado no Índice de Responsabilidade Fiscal, Social e de Gestão dos Municípios Brasileiros (IRFS).
Com os mineiros, Ziulkoski voltou a falar da realidade dos Municípios, e da criação de pisos salariais, entre outros itens da pauta. Ele ponderou: “todos os profissionais merecem melhores salários, e nos [o movimento municipalista] não somos contra isso, mas as prefeituras não podem arcar com os valores que estão sendo aprovados”, repetiu o presidente da CNM.


CNM

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